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Neuropatia ou neuro-apatia periférica – uma realidade?

Apatia:  ausência de interesse ou de resposta a um estímulo, falta de energia ou de ânimo (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa). É esta a palavra a riscar do léxico associado ao diagnóstico e tratamento precoce da Neuropatia Periférica, para ser possível detetar e tratar os danos nos nervos numa fase inicial, quando a regeneração ainda é possível.

“Neuropatia ou Neuro-apatia Periférica – uma realidade?” é o tema da primeira de duas mesas redondas virtuais que o Jornal Médico promove, com o apoio de Neurobion e da Procter & Gamble Health. Marcada para 4 de maio, às 21h00, propõe-se debater a realidade da abordagem à neuropatia periférica em contexto de Cuidados de Saúde Primários.

Para o debate contribuirá o conhecimento e a experiência de três especialistas: o Dr. Rui Carvalho, endocrinologista no Centro Hospitalar e Universitário do Porto – Hospital de Santo António; a Dr.ª Mónica Justino, especialista em Medicina Geral e Familiar na USF Cynthia – ACES Sintra; e a   Dr.ª Sofia Madanelo, especialista em Medicina Geral e Familiar na USF Flor do Sal – ACES Baixo Vouga.

Os oradores irão partilhar as suas visões relativas à abordagem, à identificação e gestão de Neuropatia Periférica, as diferenças entre norte e sul do país, bem como no meio hospitalar. Abordarão igualmente os grupos de risco e os paradoxos na gestão dos fatores de risco. E partilharão dicas práticas sobre como melhor ajudar os doentes em risco de desenvolver esta debilitante doença crónica.

A segunda sessão está marcada para 25 de maio, também às 21h00. Os três convidados vão debruçar-se sobre as ferramentas para gerir a doença: “Neuropatia ou Neuro-apatia Periférica – como combater?” é o tema.

MAT-PT-NEUROBION-21-000003

Informações essenciais compatíveis com o RCM - Neurobion 0,2 mg cianocobalamina + 200 mg piridoxina + 100 mg tiamina, comprimidos revestidos, brancos e biconvexos. Neurobion, 100 mg tiamina + 100 mg piridoxina + 1 mg cianocobalamina, solução injetável. Excipientes: Lactose monoidratada 40 mg (comprimidos); Potássio 0,019 mg/ml, Sódio 13,99 mg/ml (injetável). Indicações terapêuticas: Tratamento adjuvante da neurite e nevralgia (neuropatias), como nevralgia do trigémio, nevralgia intercostal, isquialgia, síndrome lombar, síndrome cervical, síndrome ombro-braço, nevrite radicular devido a doenças degenerativas da coluna vertebral e paresia facial. Prevenção e tratamento de deficiências de vitamina B1, B6 e/ou B12. Posologia e modo de administração: Comprimidos: 1 comprimido, 1 a 3 x/dia no tratamento de casos moderados, ou para administração intercalada e de seguimento do tratamento com a forma injetável. Engolir sem mastigar com um pouco de líquido durante ou após as refeições. Injetável: casos graves, 1 ampola/dia enquanto os sintomas agudos persistirem. Na terapêutica de seguimento, 2 a 3 ampolas/semana. Em caso de problemas de absorção prolongados e/ou necessidade de tratamento de longa duração, 1-3 injeções por semana. Quando não são administradas as ampolas ou como continuação da terapêutica pode utilizar-se Neurobion comprimidos revestidos. A posologia e a duração do tratamento devem ser definidas pelo médico. Contraindicações: Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Crianças com idade inferior a 18 anos. Advertências e precauções especiais de utilização: Estão descritas neuropatias após ingestão de longa duração (superior a 6-12 meses) com uma dose média diária de vitamina B6 > 50 mg. Recomenda-se uma monitorização regular do doente sob tratamento de longa duração. Quando por razões médicas, os doentes tomam doses elevadas de vitamina B6 ou fazem um tratamento de longa duração, pode fazer-se abstinência periódica do tratamento como medida de proteção. Comprimidos: não indicado em doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase ou mal absorção de glucose-galactose. Injetável: contém menos de 39 mg de potássio e 41,97 mg de sódio/ampola.  Ter em consideração em doentes com ingestão controlada de sódio. Interações medicamentosas e outras formas de interação: a vitamina B6 pode diminuir o efeito da L-DOPA. Antagonistas da piridoxina (ex., isoniazida, cicloserina, penicilamina, hidralazina) podem diminuir a eficácia da vitamina B6. Diuréticos da ansa de utilização prolongada (ex., furosemida), podem acelerar a eliminação e diminuir os níveis séricos da vitamina B1. Utilização de longa duração de agentes redutores da acidez pode levar à deficiência de vitamina B12. Efeitos indesejáveis: Desconhecidos (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Doenças do sistema imunitário - reações de hipersensibilidade, como sudação, taquicardia e reações cutâneas como prurido e urticária; Doenças gastrointestinais - náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal; Doenças renais e urinárias – cromatúria.  Injetável: Doenças do sistema imunitário – choque anafilático (Muito raros, <1/10.000); Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos – casos isolados de acne ou eczema após a administração de doses de vitamina B12 por via parentérica (desconhecido); Perturbações gerais e alterações no local de administração – reações no local da injeção (desconhecido). Titular da AIM: P&G Health Germany GmbH. Data da revisão do texto: Comprimidos: 02/2021. Injetável: 03/2021. Medicamentos sujeitos a receita médica. Para mais informação deverá contactar o Titular de Autorização de Introdução no Mercado.

RCM

Oradores

Dr. Rui Carvalho
Dr. Rui Carvalho
  • Endocrinologia,
    CHP – Hospital de Santo António

Dr.ª Mónica Justino
Dr.ª Mónica Justino
  • Medicina Geral e Familiar,
    ACES Sintra
    - USF Cynthia

Dr.ª Sofia Madanelo
Dr.ª Sofia Madanelo
  • Medicina Geral e Familiar, ACES Baixo Vouga
    - USF Flor de Sala